domingo, 3 de abril de 2016

Jerimum News 6


Jerimum News




N 6
Jerimum City,  03 de abril de 2016

Poetisa pernambucana descobre satélite perdido, no céu potiguar.

Uma poetisa pernambucana radicada em Natal, descobre um satélite japonês que se julgava perdido.
Enquanto passeava com seu cachorro na praia, a poetisa avistou um objeto emitindo cores diversas, e em movimento, no céu potiguar. Depois de algumas pesquisas, teve o entendimento e inspiração de que se tratava de um satélite japonês, que eles julgavam estar perdido no espaço, já que o centro espacial daquele pais perdeu o contato.

A Bruxa de Emaús provoca alucinações em algumas pessoas.
A Bruxa de Emaús vem provocando alucinações em algumas pessoas, da região. Saiba mais sobre a Bruxa de Emaús, nos links abaixo da figura.

http://www.publikador.com/images/users/roberto-cardoso/24539/a-bruxa-de-emaus-ii.jpg





Cachorro perdido na praia

Depois da aparição do OVNI, agora a Poetisa potynambucana agora procura o seu cachorro, que foi visto (fotografado) a última vez, deitado a seu lado. Segundo a poetisa o cachorro é testemunha do avistamento.
Qualquer informação sobre o cachorro, entrar em contato com a poetisa pelo zap zap.


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Jerimum News 6
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RN, 03/04/16

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

E se Natal não ganhar um Hub...






E se Natal não ganhar um Hub...
PDF 584
Quais os caminhos deverão ser tomados; e quais os voos deveram ser alçados com a ausência de um Hub? Observando a Grande Natal, podemos observar espaços que já foram ocupados e depois perdidos. Perdidos no tempo, ou para outros povos, ou grupos. Quais serão as novas expectativas com uma não implantação de um hub internacional. Deve-se abortar uma decolagem ou arremeter um pouso? Também existe a opção de ficar vendo as aeronaves passarem, deixando trilhas de condensação.

Um avião começa sua jornada com um plano de voo. Marca destinos e rotas sobre um mapa. Escolhem rotas e pistas alternativas para qualquer eventualidade, o chamado plano B, e se possível o plano C. Tudo com o controle das torres que estão no solo.

Pistas e aeroportos mais ao sul de SBSG/NAT, já oferecem vantagens em pousos e decolagens para aviões cargueiros. Aeroportos localizados próximos a grandes capitais com grande concentração populacional, um maior mercado para produtos importados, facilitando uma logística. E os novos aviões cada vez mais se apropriam de novas tecnologias, com redução do consumo de combustível, melhor aerodinâmica, maior capacidade de carga e maior autonomia. Cada vez mais torna-se desnecessário uma pista na esquina continental. Aviões cruzam o espaço aéreo de Natal/RN, sem a necessidade de pousos para abastecimento, troca de tripulação, ou revisões técnicas, antes ou depois de atravessar o oceano.

Mas Natal tem uma história, ao longo do tempo, gravada na linha da história da ocupação do continente. Natal é um ponto geográfico e estratégico, entre o Velho e o Novo Mundo. O mundo já deixou bem claro ser um ponto sempre CAVOK, com portos e aeroportos.

Entre escolhas e não escolhas, entre decisões estratégicas e decisões políticas, e até militares, está na hora de escolher novas alternativas. Para um avião procedente do exterior, escolher uma pista entre NAT, REC ou FTZ, não influencia a sua autonomia. O passageiro pode fazer uma conexão ou uma baldeação, trocando de equipamento e de companhia. O importante é a carga que precisa encontrar uma logística. Mercadoria em transito é dinheiro parado, diferente de passageiro.

Está na hora de revisar a história e descobrir o que Natal ou o RN, podem ganhar com a ausência de um Hub. A busca de estratégias e alternativas. Novas rotas e outras pistas. Natal, na extremidade do RN, sempre foi um ponto estratégico para o mundo. Começando com a capitania hereditária do Rio Grande; o marco de Touros e a fortaleza dos Reis Magos. Europeus demarcaram e desembarcaram. Fizeram incursões e excursões, pesquisaram e enterraram suas botijas, caso um dia voltassem. Há muitas marcas de violências e presenças dos estrangeiros na Grande Natal. Deixaram marcos e marcas de pedras e caminhos. Deixaram marcas com manchas de sangue e massacres.

Na ocupação da terra depois de carimbada e protocolada, iniciaram uma agricultura. Usaram inicialmente o cultivo da cana de açúcar para estabelecer uma presença com grandes áreas cultivadas, ao longo da costa. A estratégia de vigiar o continente, com o pessoal no plantio e na colheita. A cana e o açúcar com grande valor econômico, justificava uma defesa. Construiu-se um forte que alguns chamam de fortaleza, por critérios administrativos, militares e de defesa. Uma guarnição militar vigiando as terras que poderiam ter outras riquezas. Localizada na esquina de um grande rio e o mar, vigiando quem se dispusesse a adentrar.

Com usinas de cana de açúcar e criação de algum gado para movimentar as moendas, foi possível produzir açúcar, cachaça e rapadura, ingredientes necessários aos sertanistas. Ingredientes básicos para instalação de um povo. Enquanto alguns ficariam na beira da praia de frente para a linha do horizonte, outros se embrenhariam no sertão em busca de outras riquezas. Com farinha, peixe e carne, mais o sal, já era possível manter pessoas na terra, sem a necessidade de buscar produtos nos países de origem. Com rapadura, charque e farinha as incursões na terra estavam garantidas. Com farinha, fé e rapadura cumpriram uma missão. E assim foi durante o período do Brasil Colônia, Brasil Império, chegando ao Brasil Republica. Com a republica vieram as guerras. A representatividade do Brasil nos campos de batalhas, em outras terras. Disputas entre os colonizadores.

Logo após a primeira Grande Guerra, restaram muitos aviões, a invenção de um brasileiro, com os primeiros voos na Europa. Com objetivo dar um uso civil aos aviões utilizados na findada guerra, Pierre Latécoère, um francês, usou os aviões para criar um correio aéreo postal entre a Europa e América do Sul, criou a Aeropostale, que hoje está estampada em camisas e camisetas. Fernando de Noronha e o rio Potengi foram pontos importantes na chegada de hidroaviões. Depois chegaram os aviões com maior autonomia e o uso de pistas. E na zona Norte de Natal foi aberta uma pista. Um tempo onde todo estrangeiro era denominado de inglês, daí o nome de cemitério dos ingleses.

Na segunda Grande Guerra chegaram os americanos, construindo pátios e uma pista. Montaram esquadrilhas e esquadrões, com uma infinidade de aviões. Construíram uma base aérea, Parnamirim Feeld, e deixaram o título de Trampolim da Vitória. Uma linha histórica de pesquisa, interpreta a escolha de Natal pelos americanos, não como um ponto estratégico para realizar seus voos, mas, uma estratégia de um ambiente razoavelmente saneado condizente com as exigências da época. Não queriam expor seus soldados a enfermidades de ambientes contaminados. E com as tropas brasileiras antes de desembarcar na Itália, já haviam acordos assinados entres as presidências americana e brasileira, nas margens do rio Potengi. No local conhecido como Rampa, onde chegavam os hidroaviões.

Em Natal/RN, mais precisamente agora em território de Parnamirim/RN, foi um dia instalada a Barreira do Inferno, colocando Natal na corrida espacial. E no campo de experimentos foram lançados os primeiros foguetes para pesquisa atmosférica. Mas depois Natal/RN perdeu o espaço para Alcântara/MA, bem mais próxima da linha do Equador e com menor chances de um acidente grave próximo a alguma cidade. E o link entre Natal/RN e São José dos Campos/RN, o local dos cálculos e pesquisas, o link acabou. Mas enquanto o Brasil fazia testes com pequenos foguetes a partir da Barreira do Inferno, o mundo já produzia foguetes capazes de colocar satélites em órbitas. Enquanto o povo brasileiro se admirava em ver um foguete subir, estrangeiros já observavam a terra, pelos olhos de satélites. E o americano foi mais longe, e pisou na Lua.

Com aumento das pesquisa e evolução dos satélites, aprimorou-se o olhar, partindo de longe. Além de observar o solo, pesquisaram temperaturas e perfuraram o solo com os olhos. Juntando pesquisas daqui e dali chegaram a conclusões, de camadas atmosféricas e camadas geológicas, tirando conclusões que guardaram para si. Conclusões que nem imaginamos, já que não estamos em suas parcerias, mas podemos ser seus alvos e seus planos.

Talvez Natal/RN seja um bom ponto estratégico para alguma companhia aérea, instalar um Hub. Empresas de transportes e logisticas. Mas pode não ser interessante para os paises e empresas que tem outros interesses mais profundos, na Terra, na Lua e no Espaço. E é preciso estar a frente, de ideias e pesquisas. Os mosquitos já vieram na frente.am os aviões que pousavam em pistas.
Na Segunda Guerra vieram os americanos, criaram uma base aérea, de acordo com os seus interesses, convocando os brasileiros a participarem da guerra. Antes houve um acordo no Potengi (Rampa) entre o presidente brasileiro e o americano.
Depois foi a vez Barreira do Inferno, lançando Natal na corrida espacial. Perdeu lugar para Alcântara/MA.

Na Segunda Guerra vieram os americanos, criaram uma base aérea, de acordo com os seus interesses, convocando os brasileiros a participarem da guerra. Antes houve um acordo no Potengi (Rampa) entre o presidente brasileiro e o americano.
Depois foi a vez Barreira do Inferno, lançando Natal na corrida espacial. Perdeu lugar para Alcântara/MA.

Em 25/02/16

Roberto Cardoso “Maracajá”

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domingo, 31 de janeiro de 2016

Nobel abrindo o carnaval em Natal (grupo A)



Nobel abrindo o carnaval em Natal
(grupo A)

PDF 571

Um texto anterior ao evento, e para o evento, já havia sido construído, sobre o uso da cultura, no combate a desinformação, e o fortalecimento da segurança pública e urbana, de uma cidade (*). Um texto inclusive citado por Lívio Oliveira, em Quinta Literária (28/01/16), dando ideia para um prosseguimento. Quintas Literárias é uma escola, que vem formando, informando e construindo; pessoas e livros. Tal como outras academias que dizem produzir conhecimento, escrevendo artigos e livros. A autodenominada academia do conhecimento.

A primeira Quinta Literária do ano (28/01/16), chegou colocando a prefeitura na avenida. O prefeito Carlos Eduardo foi apresentado como destaque da escola. A Urbana chegou com as alegorias. E o samba foi puxado por Thiago Gonzaga, o mediador preferido, pelo gestor do barracão de livros. Criando histórias e fantasias, gerando conhecimento.

O gestor do barracão estava em viagem cultural, prestigiando manifestações indígenas, no extremo norte do pais. O abre alas não compareceu. Mestre-sala e porta-bandeira deveriam estar presentes, na condição de secretário das culturas. Mas o secretario de cultura não compareceu, deveria estar desfilando em outra avenida. A comissão julgadora, onde todos estavam sentados, era formada de literatas, entre os adoradores da literatura; editores e jornalistas; leitores e escritores; professores e coronéis do conhecimento; uma nata cultural, junto de um café. “Olha a prefeitura aí gente !!!” E o resultado das notas como se sabe, é divulgado depois de a escola passar. Podendo renascer das cinzas.

O destaque, reconhecido como prefeito da cultura, na tal cidade, citou autores preferidos e livros lidos; autores presentes e livros ausentes. Afirmou frequentar livrarias em outras paragens, onde busca bagagens de conhecimentos. E apresentou uma agenda de carnaval, com um argumento histórico. Citou o carnaval como uma festa cultural tipicamente brasileira, o que nos faz recorrer a história e a literatura. Uma afirmação digna de réplica, com argumentos fundamentados, inclusive na história da igreja, e da agricultura. O céu e o chão, na formação da religião e das crenças. Mas voltemos a agenda.

Um show carnavalesco, um show no carnaval, em espaço aberto, com objetivo de agradar um povo, pode receber várias notas pela comissão julgadora. O show normalmente é composto por vocal e banda. As músicas, já são conhecidas e reconhecidas pela maioria do público presente. Não oferecendo uma nova literatura, talvez um barulho diferente. Portanto um show agrada em um momento, deixando impressões pessoais e individuais, por um tempo indeterminado, que vai de acordo com as sensações de cada um. E a falta de equipamentos urbanos voltados para a cultura, durante um ano ou durante anos, pode criar um carnaval como válvula de escape. Um porre de cultura, com direito a bebida alcoólica e fantasias.

Alguns sambas enredos foram apresentados na Nobel. Temas apresentados para pessoas esclarecidas, com um peso de qualidade intelectual. E como o evento Quinta Literária segue as regras parlamentares, a palavra ficou para quem estava na mesa, os convidados daquele dia. Com pessoas que cumprem uma agenda, estando em um lugar, e pensando no outro, com pressa e sempre atrasado. Uma agenda cheia, ou uma saída estratégica. Na era da informação, uma infinidade de toques, no aparelho na palma da mão, fora os tremeliques não percebidos. A urgência de cumprir outros compromissos.

E como não haveria tempo suficiente para esclarecimentos, réplicas e treplicas. Alguns tropeços aconteceram na avenida. Uma declaração feita por um prefeito, em um espaço oficial, com cenas filmadas e gravadas, pode ser considerada informação, dando a oportunidade aos que estavam presentes, utilizar a informação deixada naquele momento, na construção de um conhecimento. O prefeito é uma autoridade, autorizada e reconhecida pelo povo. Tem voz e voto, reconhecidos por uma posição e condição estratégica.

O prefeito a partir de seus conhecimentos e suas viagens, afirmou que não entende a condição de Natal estar de costas para o Rio Potengi. Fato que diz não se perceber com cidades europeias, como citado: Londres e Paris, cidades que estão de frente para um rio. E seguindo o argumento fundamentado, tal como Mossoró capital estadual da cultura, próxima do rio Apodi. Cidade de águas térmicas aquecidas por Lampião, apresentando uma chuva de balas sazonal.

Ora, Natal não é considerada uma cidade fluvial, mas sim, uma cidade marítima, posicionada no litoral. E uma cidade marítima dá as costas para o continente, dando as costas para Mossoró. Natal antes de ser cidade, estava ocupada pelos índios, e chegaram os portugueses. E os portugueses de além-mar, navegaram e procuraram espaços semelhantes ao porto que partiram. Precisavam de abrigos para suas caravelas, para fundear naus e desembarcar. Primeiro procuraram grandes rios, para estabelecer referencias. E encontraram grandes rios, um rio grande no Norte e um rio grande no Sul. O rio do meio foi descoberto no mês de janeiro. Natal é uma cidade de esquina, tal como são antigas capitais: Rio de Janeiro e Salvador. No período da Segunda Guerra, Natal serviu de trampolim, para os que vinham de outras terras.

O Brasil com mais de quinhentos anos não precisa mais usar outras cidades e países, como a eterna referência de crescimento e emancipação. Já tem bagagem cultural e histórica para construir um futuro. E como não bastasse copiar os outros, já estamos sendo acusados de importar vírus, carregados por um mosquito.

(*) O uso da cultura como estratégia de segurança de uma cidade







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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

APAFIS/RN Associação de Pais e Amigos de Fissurados do Rio Grande do Norte

APAFIS/RN
Associação de Pais e Amigos de Fissurados do Rio Grande do Norte



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Associação de Pais e Amigos de Fissurados do Rio Grande do Norte



segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Método prático e rápido, Para identificação de um mosquito



Método prático e rápido,
Para identificação de um mosquito

PDF 554
 




Identifique um mosquito antes que ele possa exercer o ato de picar. Evite matar o mosquito errado. A necessidade de um método rápido e prático para identificar o mosquito. Sem a necessidade de cursos e enciclopédias, tabelas ou gráficos, próximos ao local da infestação, evitando uma infecção ou inflamação. Muitos podem executar uma picada, com poderes anestésicos. Com uma técnica e experiência adquirida, você poderá identificar pelo zumbido: mosquito macho ou fêmea; portador de um ou mais vírus.

Com tantas enfermidades, que podem ser transmitidas por mosquitos, convém um breve estudo sobre as doenças e os insetos. Noções básicas de anatomia e fisiologia. Seu meio de vida, e seu comportamento. Comportamentos individuais e sociais. Ataques únicos ou em bando. Raio de ação e autonomia abastecidos de sangue.

A começar, por evitar o acumulo de água limpa e parada. Mas, novos estudos também descobriram, que os mosquitos não escolhem o tipo de água parada, podendo ser limpa ou suja, limpíssima ou deteriorada. Em tampa ou garrafa. E a estabilidade da superfície, estando tranquila e parada, proporciona um bom pouso e uma boa decolagem. Dizem que os ovos podem durar meses, até que haja ambiente propicio para eclodir. Vasilhas e caixas d’água, devem ser escovadas, a fim de serem retirados os ovos que ficam presos em suas paredes. A cada nova descoberta sobre o seu comportamento, outras dúvidas e hipóteses são geradas.

Investigue periodicamente, a possibilidade de água parada em sua residência. Observe a possibilidade de haver acúmulo de água na casa do seu vizinho. E não de trégua às aguas de responsabilidade do poder público. Há numerosas possibilidades de estados e municípios cobrarem do cidadão, e não cumprir com o dever de casa. Podem eximir suas responsabilidades colocando como sempre, a culpa e a conta no comportamento do cidadão. O elo fraco da corrente, com possibilidades de contrair uma doença e não conseguir ser atendido pelo serviço público de saúde. No final, os culpados são as pessoas e os mosquitos, fortalecendo as estatísticas, e permitindo novas ações e investimentos, no combate aos mosquitos e das doenças.

Na época de mosquitos transmitindo doenças diferentes, é necessário um conhecimento básico para eliminar os mosquitos que podem transmitir as doenças, as de que são acusados. E a primeira atitude ou providencia, pode ser descobrir o sexo do referido acusado, já que a informação diz que, são as fêmeas que picam, reproduzem, e colocam ovos. Os machos se satisfazem com néctar de plantas, enquanto as fêmeas necessitam de sangue para cuidar de suas crias. Esta é são as conclusões das experiências, que se tornam de conhecimento público.

Outro passo para identificação de um mosquito é ter contato com o linguajar local. Algumas regiões podem denominar o mesmo inseto com nomes diferentes: mosquito, pernilongo ou muriçoca. E ainda existem outros mosquitos diferentes, como os borrachudos e os maruins. Na linguagem indígena encontramos os piuns.

Por enquanto apenas um é considerado culpado. O tipo mais comum e o tipo mais vulgar vêm ganhando fama pelo seu nome cientifico o Aedes Aegypti. Mais uma tarefa, é descobrir se o mosquito em questão, aquele que está prestes a picar, se é portador de algum vírus, como o Zica vírus, Dengue ou Chikungunya. E outras enfermidades que vierem adicionar.

Uma anamnese com o mosquito pode ajudar. Cabe lembrar que em outros tempos e outras regiões, é o mesmo mosquito que transmite ou já transmitiu a febre amarela. Um dos impedimentos e dificuldades das expedições de exploração, após o descobrimento. Muitos exploradores, caçadores, pescadores e expedicionistas, pegaram a febre das florestas no período de ocupação e exploração do território brasileiro. Talvez tenham bebido água parada e com mosquito, e adquirido outras doenças. Tudo é possível ou impossível, até que se prove o contrário.

Baseado em todos os argumentos aqui apresentados, o usuário do mosquito pode escolher em matar o inseto, ou preservar a espécie. Na dúvida é melhor elimina-lo, pois, outros exemplares estarão prontos para uma substituição. Há esquadrilhas de plantão.



Em 11/01/16

Roberto Cardoso “Maracajá”

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Em 11/01/16

Entre Natal/RN e Parnamirim/RN



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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

O Faroleiro da praia de Pipa



O Faroleiro da praia de Pipa



A praia da pipa, do tempo dos meus avós, é o título do livro de Ormuz Barbalho Simonetti, um livro pré-lançado em grande estilo, em 21/12/15, nas dependências do Sesc, da Cidade Alta, no centro de Natal/RN. Chegando agora em segunda edição, com conteúdo atualizado. Com apoio e patrocínio do sistema Fecomércio RN (Sesc – Senac), a nova edição é apresentada, em modelo capa dura, indicando ser um livro, tal como um livro, com arte e conhecimento.

Ormuz Barbalho coletou crônicas escritas e publicadas, em jornais de Natal/RN, reportando e relatando cenas e personagens da praia de Pipa. Um resgate sociológico e histórico com personagens e palavras de um dialeto local, atravessando as ondas do tempo. Um relato por vezes geográfico e arqueológico.

Ormuz como um faroleiro, de um farol distante no tempo, envia sinais e traz mensagens de Pipa. São crônicas tal como relatos e relatórios, de cenas acontecidas e vivenciadas naquela localidade, naquele recanto que ele nomeia como sendo de veraneio. Em um tempo de simplicidade e saudosismo. Um relato como um patrimônio histórico da sua própria história, da história de sua família. Um relato histórico a partir de viagens de caçuá ou de caminhão, por estradas e picadas, chegando ao tempo do asfalto e da rodovia.

O livro traz lições de pescaria e marinharia, de engenharia mecânica e hidráulica, coisas simples no quintal das casas; construção civil em casebres humildes; a construção naval, com equipamentos e matéria prima local. Assuntos da culinária, da cozinha ao quintal, com alimentos armazenados em geladeiras de gás e querosene. E o modo de cozinhar no antigo estilo denominado fogão jacaré.

O livro de Ormuz, não é um livro composto apenas de frases, letras e palavras. Não é um livro para ler e ser guardado, aguardando um momento para ser relido e relembrado. É um livro de consulta permanente. Possui pequenos glossários formados por fotografias, dando uma ideia melhor do que é narrado: ilustrando animais e vegetais, peixes e crustáceos. Pessoas, amigos e familiares.

Com textos, fotos e gravuras o livro se completa. Produzido em capa dura, no mais fino trato de uma nobre literatura. Aquele livro para ser colocado de modo intencional e displicente sobre a mesinha da sala de visitas, deixando claro que está fazendo parte da decoração e faz parte do conhecimento da casa onde habita. As imagens por gravuras ou fotos completam o texto, colocando o leitor com os pés na areia, sentindo a brisa do mar.

Ormuz Barbalho Simonetti, com presidências, permanências e participações, em pelo menos dois importantes institutos potiguares: INRG – Instituto Norte Rio-grandense de Genealogia e IHGRN – Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte. Juntou todo seu conhecimento, suas armas e suas bagagens, para fazer um retrato histórico e sociológico, bibliográfico e etnográfico de Pipa, a praia do tempo dos seus avós. Juntou em um só livro, uma gama enorme de informações e conhecimentos.



Em 28/12/15

Entre Natal/RN e Parnamirim/RN



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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Dúvidas no Ar


Dúvidas no Ar

PDF 537
 






Natal/RN declarava aos quatro ventos, sendo a cidade com o ar mais puro. E apareceram alguns cientistas, e afirmaram que não há registros ou pesquisas, para fazer tal afirmação. Pode-se até considerar que por ser uma cidade à beira-mar, seus ares estão sempre influenciados e renovados pelos ventos que circulam pelo Atlântico.

A costa potiguar é beneficiada pela presença de ventos, quase que permanentes e intensos. E instalação de cata-ventos, como enormes geradores, para produção de energia eólica prometia inúmeros empregos. E depois dos geradores instalados, poucos são os empregos que foram gerados, em Rio do Fogo/RN. Durante a instalação dos aero geradores, alguns empregos são gerados, com a mão de obra local, como instrumento de persuasão e convencimento, para ocupação de áreas já antes ocupadas. Mas um cata-vento tem tecnologia estrangeira, que precisa de mão de obra especializada, de manutenção e operacional, indicada, instruída e capacitada, pelos fornecedores de peças, know-how e tecnologia.

Na cidade noiva do Sol, no estado com grande incidência de raios solares, por questões astronômicas e geográficas, já pensam em energia solar, que como a energia eólica, são consideradas energia limpa; de usos ecologicamente corretos. Mas por onde anda a tecnologia de peças, aparelhos e equipamentos? O estado possui presenças de Sol e vento, mas não possui tecnologia, própria, local e barata. Por incentivos estrangeiros, políticos e profissionais, cria institutos de insolação e de ventos. Mas ainda não possui uma tecnologia sem pagar royalty para países estrangeiros. Possui petróleo em terra e no mar, que depende de cotações e relações internacionais. RN o ponto estratégico da energia limpa e farta, chamada renovável. E reservas minerais a serem exploradas.

Há sempre argumentos para uma ocupação estrangeira, ocupações simbólicas, energéticas, econômicas e políticas. Condições estratégicas por condicionamento, por falta de argumento, falta de equipamento, falta de segurança e falta de tecnologia. Falta de higiene e saúde; abastecimento e saneamento. Um local despreparado para combater ao menos os mosquitos, que infestaram os invasores e descobridores, com a febre amarela, a maleita, e a bexiga. E podem infestar agora com Zica ou Chikungunya, o mesmo mosquito do passado, que habitava um espaço com arvores e florestas. Dizem agora que em breve, Natal estará completamente saneada. Acabou-se com a Dengue elegendo Chikungunya e Zica. O Nordeste está agora de olho em novos partos e nascimentos. E muitos outros vírus foram sediados na África, como AIDS e Ebola, outro continente explorado.

Um dia Natal lançou-se ao espaço. E a base de lançamento de foguetes da Barreira do Inferno foi criada, como um campo de experimentos. Um local ideal para lançamentos futuros, o local privilegiado para romper a atmosfera terrestre e entrar no espaço sideral. E um dia a Barreira fechou, para dar espaço para uma base de lançamentos em Alcântara/MA. Disseram ser maior e melhor, ser melhor localizada. Natal/RN perdeu o prestigio de cidade espacial, não era mais interessante continuar. Uns dizem ser pelo crescimento urbano da cidade, tornou-se inseguro. E o verdadeiro motivo não se saberá, E a base de Alcântara foi para o espaço com um lançamento. Está agora aguardando novas instruções. Alcântara no MA, era forte reduto de um presidente. Tal como São Gonçalo do Amarante/RN, terras e terras de políticos ainda influentes. SGA o aeroporto do futuro, um megaempreendimento, com promessas de alavancar o estado. Um espaço que já foi ocupado por portugueses, holandeses e americanos. Talvez desejem agora voltar, com as novas caravelas tripuladas.

A presença dos americanos em Natal, na época da Segunda Guerra foi registrada na história escrita, ensinada e contada, por ser um ponto estratégico sob o ponto de vista geográfico mundial. E vale lembrar as palavras de Yves La Coste: “A geografia seve antes de mais nada para fazer a guerra”. Enquanto outras correntes de pensamentos, indicam que a escolha de Natal, se deu pela facilidade de encontrar água potável, e um razoável sistema de saneamento. Modelos preferidos desde a antiga Roma, e de povos pré-históricos. Elementos conhecidos de longa data, como bases de saúde: disponibilidade de agua e algum saneamento. Os americanos não queriam colocar seus soldados em risco, diante problemas de insalubridade na ocupação de um espaço, da terra sempre explorada e sempre desconhecida. Escolheram Natal/RN, hoje Parnamirim/RN. E a história registrou ser o melhor ponto escolhido, recebendo o título de Trampolim da Vitória pela presença de Parnamirim Feeld. Uma herança americana.

E o termo forró, conhecido como uma derivação for all, é defendido por uma outra corrente de pensamento, de ser um incentivo ao fortalecimento da presença dos americanos. Influenciando nos hábitos e na linguagem local. A dominação oculta e simbólica pela cultura, pelos hábitos e pelos costumes. Como a citada liderança de Natal diante outras capitais. A de ser a primeira cidade brasileira ter alguns modismos: a mascar chiclete; a tomar o famoso refrigerante americano; e a usar óculos escuros, no estilo aviador. Muitas ruas de Natal, ainda são reconhecidas pelos números, colocados durante a presença americana. Um modo simples de se localizarem e comunicarem, tal como as avenidas em cidades americanas.

Saint Exupéry, citou dunas e baobás, e novamente Natal se sentiu incluída, na literatura universal, pelo piloto e escritor. Mas gerou uma hipótese e uma dúvida, Saint Exupéry inverteu a história, como bom ficcionista, como escritor de histórias infantis. Descreveu uma cobra engolindo um elefante. Com o mapa do RN, pode ter visualizado um elefante, e com o rio Pontegi, visualizou uma serpente, com um castelo na foz, o Forte dos Reis Magos. Imagens que o piloto avistou, do alto, com o seu avião e suas cartas de navegação. A serpente dentro do elefante, entrou na história do Pequeno Príncipe, inspirado talvez por um castelo avistado, o Forte na esquina do mar com o Potengi. E com uma cobra digerindo um elefante. Ainda hoje há uma história meio lenda, de uma serpente que saiu de Ceará Mirim/RN, ou Extremoz/RN, e que chegou em Capim Macio, um bairro de Natal/RN. Saint Exupéry era conhecido na região de Natal como Zé Perry, dado ao seu bom relacionamento com o povo, e a dificuldade em pronunciar o seu nome.

Em data mais recente Oscar Niemeyer, deixou uma foice e um martelo, de tamanho desproporcional, um marco monumental, no alto de um monte, no Parque Dom Nivaldo Monte, área urbana protegida, uma ZPA, em Natal/RN. E permanece a dúvida sobre o modelo do comunismo.

Uma história é contada nos livros, para ser ensinada a crianças e alunos. A história registrada para ser a história contada nas escolas, são histórias escolhidas e determinadas. E ficou no inconsciente, Natal como melhor localização geográfica, melhor local para um HUB, já que foi a melhor localização no período da Segunda Guerra, e no período pós-guerra, com uso dos aviões usados na Primeira Guerra. Natal foi escala postal da Aéropostale, liderada por Pierre Latécoere. Já foi o melhor ponto para lançar foguetes para o espaço, e talvez um dia seja uma base de misseis. Antes do canal do Panamá, muitos navios aportavam por cá. Natal foi escala do Hope, um navio hospital, que veio prestar ajuda. Também há críticas quanto aos procedimentos médicos ofertados, pelo Hope, dizem ter sido procedimentos de amputação. Coisas de um momento da medicina e da ciência, quando a cura pode ser a amputação de um membro, um dente, um órgão ou um câncer.

Com as atuais previsões meteorológicas das rotas aéreas, com a melhor performance dos novos aviões; com maior capacidade de cargas e/ou passageiros, nos modelos produzidos. Hoje o Nordeste passa a ser talvez o melhor local para chegar a outros continentes, como Europa e África, não importando ser na metrópole ou na capital, a localização da infraestrutura aeroviária. A tecnologia pousa um avião em qualquer pista ou lugar. Tudo depende de interesses dos passageiros e das cargas, das empresas aéreas e dos modelos fabricados e escolhidos. Interesses alheios aos que ficam em terra, aguardando chegadas e partidas. E empresas econômicas e aéreas, aproveitam-se destas estratégias por eles há muito conhecidas, para obter regalias e benefícios. A começar com a barganha do QAV. Objetivam o lucro em um sistema capitalista, onde agora as multinacionais não possuem uma pátria. Aguardam melhores ofertas de um não anunciado leilão. Não se importam se vão gerar rendas ou não, aos que aguardam os aviões.

Hoje Natal é um local geográfico, localizado entre outros dois estados, com duas capitais disputando a instalação do HUB. Estados e capitais, locais com portos e aeroportos, formando um triângulo que define uma melhor e menor distância. Locais além de Natal, com seus portos já preparados e funcionando, com carga e descarga para o Brasil e o mundo. Lugares de logística intermodal, com estradas para outras regiões do Brasil. Seus portos já participam de uma navegação de cabotagem, ligando a região Norte a região Sul, uma linha marítima e fluvial, com passagem pelo Nordeste e Sudeste, com os portos do Rio de Janeiro/RJ (RIO) e Santos/SP (SSZ), principais portos e estados do Brasil.

A disputa pelo HUB também deixa dúvidas no ar. A quem melhor interessa a localização? Que tipos de mercadoria pretendem exportar ou importar, já que não compensa um avião voar vazio. O frete é caro, e é no retorno com carga, que vem algum lucro, um conhecimento aprendido em terra, muito comum nas rodovias. Há um grande embarque de frutas, a partir do aeroporto de Natal, mas o que chega a bordo dos aviões que partem carregados? Uma dúvida também nos portos; navios carregados de sal saem dos portos do RN, e chegam vazios? Para o carregamento de porões é necessária uma preparação, antes de colocar uma nova carga para não haver contaminação. É necessário um cleaning e um documento técnico de free. Testes e analises emitidas por um marine survey, com permissão dos clubes de P&I. E ondes estão os BLs e os AWBs?

Autoridades potiguares, turísticas e administrativas, prometeram um volume de passageiros que não aconteceu em São Gonçalo do Amarante, fato que vai levar a empresa operadora e concessionaria a pedir compensações financeiras a Anac (NOVO Jornal, 1º dez/15). Maiores prazos e tempos para novas tomadas de decisão.

Outros cálculos e estimativas, são constantemente anunciados. São feitos afirmando que os números de passageiros citados, trarão um grande volume de dólares, afirmando números e valores previstos. Mas não fica claro nas pesquisas e informações, como chegaram a determinadas conclusões. Como sabem o quanto cada passageiro ou turista vai trazer ou deixar, se os voos hoje, apenas estão programados. Ainda não estão todos os assentos ocupados, o voo ainda não foi autorizado pelas torres dos aeroportos de origem, e os passageiros ainda não declararam o quanto tem em dólares ou cheques de viagem antes de embarcar; onde pretendem gastar ou investir. Ainda não chegaram em seus destinos. E quais os seus destinos finais, se estarão em Natal como destino final ou pretendem ir para outras paragens.

Entende-se então ser pura especulação, estratégias de ludibriar a que não presta atenção, a busca de beneficios. O viver de promessas políticas e administrativas. Os novos coronéis dos atuais sertões.





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Em 2/12/15

Entre Natal/RN e Parnamirim/RN



por
Roberto Cardoso (Maracajá)
Reiki Master & Karuna Reiki Master
Jornalista Científico
FAPERN/UFRN/CNPq


Maracajá 


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